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Certificado de Verificação de Veículo Tanque Rodoviário (Novo) (IDEXA)

Como o Certificado de Verificação de Veículo Tanque Rodoviário (Novo) é usado na operação, o trabalho manual que ele gera e o que o IDEXA extrai automaticamente para integrar com os seus sistemas.

Foto de Edegard SantosEdegard SantosHead de Produtos
3 min de leitura 0 visualizaçõesAtualizado em 23/10/2026

O que é o Certificado de Verificação de Veículo Tanque Rodoviário (Novo)

O Certificado de Verificação de Veículo Tanque Rodoviário (Novo) é um dos documentos que passam todo dia pelas mãos de quem cuida de frota, transporte e logística. Ele chega em PDF, foto ou papel digitalizado, com layout diferente conforme quem emitiu — e carrega informação que a empresa precisa registrar, conferir e guardar.

A dor de quem processa isso na mão

Liberar um veículo ou um motorista significa conferir documento: está válido? é da placa certa? é do motorista certo? Hoje isso é olho humano, em fila, muitas vezes com o caminhão parado no pátio.

Documento vencido que passa é risco de multa, de carga apreendida e de responsabilidade em caso de acidente. Documento válido que trava por demora é caminhão parado custando dinheiro.

Com frota grande, agregados e terceiros, são milhares de arquivos circulando por mês, cada um com uma validade diferente.

Se o seu time abre esse tipo de documento dezenas ou centenas de vezes por dia para digitar sempre os mesmos campos, esse trabalho não precisa mais ser humano.

O que o IDEXA extrai desse documento

O IDEXA lê o Certificado de Verificação de Veículo Tanque Rodoviário (Novo) e devolve os campos abaixo já estruturados, prontos para entrar em qualquer sistema:

  • Nome
  • Endereço
  • Cidade
  • Estado
  • Identificação
  • CEP
  • Data da verificação
  • Número do certificado
  • Marca
  • Número do Inmetro
  • Ano de fabricação
  • Compartimentos
  • Capacidade
  • Data de validade
  • Nível de capacidade
  • Tipo
  • Placa
  • Chassi
  • Observação

Não importa se o documento veio escaneado torto, fotografado pelo celular ou gerado por outro sistema: a leitura devolve sempre a mesma estrutura de campos.

Como fica a operação com automação

  1. Chegada — o documento chega (envio do motorista, cadastro do agregado, portaria, e-mail da transportadora).
  2. Leitura — o IDEXA processa o arquivo e devolve os dados estruturados em segundos, sem ninguém digitar.
  3. Integração — esses dados seguem automaticamente para onde a sua operação já trabalha: ERP, sistema de RH, gestão de frota, BI, planilha, fluxo de aprovação ou qualquer plataforma que aceite integração.
  4. Exceção — só o que ficou duvidoso ou fora da regra vai para uma pessoa olhar. O resto segue sozinho.

O que muda na prática

  • Tempo: o que levava minutos por documento passa a levar segundos.
  • Erro: acaba o erro de digitação e a conferência vira exceção, não rotina.
  • Escala: o volume pode dobrar sem dobrar o time.
  • Rastreabilidade: tudo que foi lido fica registrado, pesquisável e pronto para auditoria.
  • Gente: o time deixa de transcrever papel e passa a tratar o que realmente exige análise.

Usos mais comuns

  • Liberar ou bloquear carregamento automaticamente pela validade dos documentos
  • Manter o cadastro de motoristas, veículos e agregados sempre atualizado
  • Avisar com antecedência o que vence na semana, por filial ou por rota
  • Reduzir o tempo de conferência na portaria de minutos para segundos

Quer integrar?

A integração é feita por API: o seu sistema envia o arquivo, o IDEXA processa e devolve os dados — por consulta ou por webhook, assim que o processamento termina. O passo a passo técnico deste modelo, com parâmetros e exemplos, está na documentação técnica do IDEXA.

Se preferir, fale com um especialista da Pix Force e nós desenhamos o fluxo junto com o seu time.

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Foto de Edegard Santos

Edegard Santos

Edegard Santos é Head de Produtos na Pix Force. Lidera o direcionamento dos produtos SaaS da empresa: o Safety, que torna ambientes de trabalho mais seguros, e o IDEXA, que automatiza o processamento de documentos das áreas operacionais. Tecnologia construída junto com quem usa, para salvar vidas e destravar o dia a dia da operação.

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