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Relatório de Análise da Potabilidade da Água (IDEXA)

Como o Relatório de Análise da Potabilidade da Água é usado na operação, o trabalho manual que ele gera e o que o IDEXA extrai automaticamente para integrar com os seus sistemas.

Foto de Edegard SantosEdegard SantosHead de Produtos
3 min de leitura 0 visualizaçõesAtualizado em 23/10/2026

O que é o Relatório de Análise da Potabilidade da Água

O Relatório de Análise da Potabilidade da Água é um dos documentos que passam todo dia pelas mãos de quem cuida de saúde e segurança do trabalho. Ele chega em PDF, foto ou papel digitalizado, com layout diferente conforme quem emitiu — e carrega informação que a empresa precisa registrar, conferir e guardar.

A dor de quem processa isso na mão

A pasta de SST vive cheia. A cada admissão, periódico, troca de função ou entrada de terceiro em obra, alguém abre o arquivo, procura nome, data, validade e assinatura, digita tudo numa planilha e volta para o próximo.

O risco não é só o tempo perdido: um documento vencido que passou despercebido vira funcionário impedido de trabalhar, frente de serviço parada e exposição em auditoria e fiscalização.

Quando o volume é de centenas ou milhares de arquivos por mês — matriz, filiais, empreiteiras, contratos diferentes — a conferência manual simplesmente não acompanha.

Se o seu time abre esse tipo de documento dezenas ou centenas de vezes por dia para digitar sempre os mesmos campos, esse trabalho não precisa mais ser humano.

O que o IDEXA extrai desse documento

O IDEXA lê o Relatório de Análise da Potabilidade da Água e devolve os campos abaixo já estruturados, prontos para entrar em qualquer sistema:

  • Empresa
  • Endereço
  • Data de emissão
  • Data de validade
  • Assinatura

Não importa se o documento veio escaneado torto, fotografado pelo celular ou gerado por outro sistema: a leitura devolve sempre a mesma estrutura de campos.

Como fica a operação com automação

  1. Chegada — o documento chega (e-mail do clínico, upload do prestador, digitalização na portaria).
  2. Leitura — o IDEXA processa o arquivo e devolve os dados estruturados em segundos, sem ninguém digitar.
  3. Integração — esses dados seguem automaticamente para onde a sua operação já trabalha: ERP, sistema de RH, gestão de frota, BI, planilha, fluxo de aprovação ou qualquer plataforma que aceite integração.
  4. Exceção — só o que ficou duvidoso ou fora da regra vai para uma pessoa olhar. O resto segue sozinho.

O que muda na prática

  • Tempo: o que levava minutos por documento passa a levar segundos.
  • Erro: acaba o erro de digitação e a conferência vira exceção, não rotina.
  • Escala: o volume pode dobrar sem dobrar o time.
  • Rastreabilidade: tudo que foi lido fica registrado, pesquisável e pronto para auditoria.
  • Gente: o time deixa de transcrever papel e passa a tratar o que realmente exige análise.

Usos mais comuns

  • Bloquear automaticamente o acesso de quem está com documento vencido ou ausente
  • Manter um painel de conformidade por empresa, contrato, obra ou centro de custo
  • Disparar aviso de renovação antes do vencimento, sem ninguém precisar lembrar
  • Montar o dossiê de auditoria em minutos, com os dados já conferidos

Quer integrar?

A integração é feita por API: o seu sistema envia o arquivo, o IDEXA processa e devolve os dados — por consulta ou por webhook, assim que o processamento termina. O passo a passo técnico deste modelo, com parâmetros e exemplos, está na documentação técnica do IDEXA.

Se preferir, fale com um especialista da Pix Force e nós desenhamos o fluxo junto com o seu time.

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Foto de Edegard Santos

Edegard Santos

Edegard Santos é Head de Produtos na Pix Force. Lidera o direcionamento dos produtos SaaS da empresa: o Safety, que torna ambientes de trabalho mais seguros, e o IDEXA, que automatiza o processamento de documentos das áreas operacionais. Tecnologia construída junto com quem usa, para salvar vidas e destravar o dia a dia da operação.

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